- Relator(a)
- Ministro Mauro Campbell Marques
- Órgão julgador
- Segunda Turma
- Data do julgamento
- 06/10/2016
- Data de publicação
- 14/10/2016
STJ – Acórdão, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, j. 06/10/2016, p. 14/10/2016
PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. ENUNCIADO ADMINISTRATIVO Nº 3/STJ. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. ATIVIDADE MÉDICO-HOSPITALAR. PARTO. DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL NÃO DEMONSTRADA. SÚMULA 7/STJ. AGRAVO REGIMENTAL NÃO PROVIDO. 1. Nos termos do art. 541, parágrafo único, do CPC/73, quanto à divergência jurisprudencial, é necessário que o recorrente indique "as circunstâncias que identifiquem ou assemelhem os casos confrontados". Essa mesma regra foi reproduzida no art. 255, § 1º, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça. 2. No entanto, os acórdãos indicados nas razões do recurso especial não se prestam a demonstrar qualquer divergência, pelos seguintes motivos: (a) a parte recorrente não apresentou o inteiro teor das decisões, tendo somente transcrito parte das ementas e dos votos no que ele considerou favorável à tese sustentada no presente recurso especial; e, (b) os acórdãos juntados partem de pressupostos fáticos distintos do presente caso. 3. Além do mais, conforme bem ressaltado na decisão agravada, foi com base no conjunto fático e probatório constante dos autos que o acórdão recorrido considerou que não há "nexo de causalidade entre o atendimento médico-hospitalar na efetivação do parto e as limitações de saúde vivenciadas pelo autor desde o nascimento". Tal fundamento não pode ser revisto, na via recursal eleita, tendo em vista a incidência da Súmula 7/STJ. 4. Agravo interno não provido. (AgInt no AREsp n. 870.399/RS, relator Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, julgado em 6/10/2016, DJe de 14/10/2016.)
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