- Relator(a)
- Ministro Messod Azulay Neto
- Órgão julgador
- Quinta Turma
- Data do julgamento
- 10/03/2026
- Data de publicação
- 17/03/2026
STJ – Acórdão, Rel. Ministro Messod Azulay Neto, Quinta Turma, j. 10/03/2026, p. 17/03/2026
DIREITO PROCESSUAL PENAL. AGRAVO REGIMENTAL. RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO. DOSIMETRIA DA PENA. SÚMULA N. 7 DO STJ. RECURSO DESPROVIDO. I. CASO EM EXAME 1. Agravo regimental interposto contra decisão monocrática que conheceu do agravo para negar provimento ao recurso especial, com fundamento na Súmula n. 7 do STJ. 2. O agravante sustenta ilegalidade no reconhecimento fotográfico realizado na fase do inquérito policial e questiona a dosimetria da pena aplicada. II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO 3. Há duas questões em discussão: (i) saber se o reconhecimento fotográfico realizado na fase do inquérito policial é válido e lícito; e (ii) saber se há ilegalidade na dosimetria da pena aplicada ao recorrente. III. RAZÕES DE DECIDIR 4. O agravo regimental não apresentou novos argumentos capazes de alterar o entendimento anteriormente firmado, limitando-se a reproduzir as razões já apresentadas no recurso especial. 5. O reconhecimento fotográfico foi considerado válido e lícito, pois foi realizado com as cautelas necessárias e corroborado por outros elementos probatórios constantes nos autos. 6. A dosimetria da pena foi considerada plenamente justificada, não havendo constatação de qualquer ilegalidade no cálculo realizado. 7. A modificação das conclusões do Tribunal de Justiça demandaria o revolvimento de matéria fática, o que é incabível em sede de recurso especial, conforme a Súmula n. 7 do STJ. IV. DISPOSITIVO E TESE 8. Resultado do Julgamento: Agravo regimental desprovido. Tese de julgamento: 1. O reconhecimento fotográfico realizado na fase do inquérito policial é válido e lícito quando realizado com as cautelas necessárias e corroborado por outros elementos probatórios constantes nos autos. 2. A modificação das conclusões do Tribunal de Justiça que envolvam análise de matéria fática é incabível em sede de recurso especial, conforme a Súmula nº 7 do STJ. Dispositivos relevantes citados: Súmula nº 7 do STJ. Jurisprudência relevante citada:Não há precedentes jurisprudenciais citados. (AgRg no AREsp n. 2.765.096/MG, relator Ministro Messod Azulay Neto, Quinta Turma, julgado em 10/3/2026, DJEN de 17/3/2026.)
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