O que o STJ vai decidir
A controvérsia afetada é precisa: definir se a cláusula de destinação residencial prevista em convenção de condomínio é suficiente, por si só, para impedir a locação de unidades autônomas por curto período por meio de plataformas digitais, independentemente de proibição expressa. O julgamento sob o rito dos repetitivos uniformizará o entendimento e vinculará os demais tribunais na mesma questão.
A afetação indica que havia divergência ou insegurança relevante sobre o alcance da cláusula de uso residencial frente ao fenômeno das locações de curta duração.
O que fazer enquanto não há tese firmada
Enquanto o repetitivo não é julgado, a solução depende do caso concreto: os tribunais examinam a redação da convenção, o modo de exploração do imóvel e as circunstâncias de cada condomínio. Condôminos e síndicos devem acompanhar o desfecho da afetação, pois a tese fixada definirá se a mera cláusula residencial basta ou se é necessária proibição expressa.
As decisões recentes listadas abaixo mostram como a questão vem sendo tratada até aqui.
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