A ponderação feita pelo STF
A cota de tela obriga os cinemas a reservar parte de sua programação para filmes brasileiros. Os exibidores questionavam a medida como restrição indevida à liberdade econômica. O STF ponderou os valores em jogo e concluiu que a obrigação promove o direito à cultura, um objetivo constitucional legítimo.
Segundo a Corte, a intervenção não elimina nem esvazia a livre iniciativa, a livre concorrência ou a propriedade privada: atinge apenas a margem dessas liberdades, condicionando-as à sua função social.
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