- Relator(a)
- Ministro Og Fernandes
- Órgão julgador
- Sexta Turma
- Data do julgamento
- 19/05/2011
- Data de publicação
- 01/06/2011
STJ – Acórdão, Rel. Ministro Og Fernandes, Sexta Turma, j. 19/05/2011, p. 01/06/2011
HABEAS CORPUS. ESTELIONATO. ALEGAÇÃO DE COLIDÊNCIA DE DEFESAS. IMPROCEDÊNCIA. NOMEAÇÃO DE DEFENSORES DIVERSOS PELO MAGISTRADO SINGULAR. CONSTRANGIMENTO ILEGAL. INEXISTÊNCIA. 1. Segundo a Súmula 523/STF, "no processo penal, a falta de defesa constitui nulidade absoluta, mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu". 2. No caso, não há falar em colidência de defesas, pois o Magistrado singular, ao tomar conhecimento da irregularidade, nomeou novo patrono ao paciente, diverso daquele encarregado de atuar na defesa do corréu. 3. Afora isso, de se ver que o paciente tinha conhecimento das imputações sobre ele dirigidas - houve citação pessoal -, optando por permanecer revel, o que motivou a nomeação da defensoria pública. 4. Ademais, em sede de alegações finais nada se arguiu a respeito da tese de colidência da defesa, o que levou à preclusão da matéria. 5. Ordem denegada. (HC n. 143.643/SP, relator Ministro Og Fernandes, Sexta Turma, julgado em 19/5/2011, DJe de 1/6/2011.)
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