Quais provas o STJ considera idôneas
A tese aponta dois documentos centrais: o registro de pescador profissional e a habilitação ao benefício do seguro-desemprego durante o defeso, período em que a pesca é proibida e o pescador registrado recebe o benefício. Esses documentos, porém, não bastam sozinhos: devem vir somados a outros elementos que permitam ao magistrado se convencer do exercício real da atividade.
Esses elementos complementares variam conforme o caso e podem incluir qualquer prova apta a demonstrar que a pessoa vivia efetivamente da pesca na área atingida pelo dano.
O que isso significa na prática
Em ações indenizatórias decorrentes de desastres que reduziram a pesca, o pescador deve montar um conjunto probatório: documentação oficial mais provas do exercício da atividade. A avaliação da suficiência dessas provas cabe ao juiz, e os tribunais examinam cada situação caso a caso, sem garantia de resultado apenas pela apresentação dos documentos.
As decisões recentes listadas abaixo mostram como o entendimento vem sendo aplicado.
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