O problema da interferência estadual
O aproveitamento energético dos cursos de água é explorado por meio de contratos de concessão firmados pelo ente competente, e as condições econômicas desses contratos são definidas no momento da contratação. Quando o Estado-membro cria posteriormente uma exigência nova, não prevista originalmente, ele aumenta o custo do contrato e altera o equilíbrio da relação já pactuada.
O entendimento protege a estabilidade dos contratos administrativos: obrigações supervenientes impostas por ente diverso daquele que estabeleceu as condições iniciais interferem na relação contratual previamente acertada.
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