O fundamento da decisão
O ponto central é a taxatividade do rol constitucional: a Constituição lista as categorias de segurança pública que fazem jus à aposentadoria especial, e as guardas municipais não estão nessa lista. Para o STF, o pertencimento ao SUSP não basta para estender o benefício, porque integrar o sistema de segurança pública é diferente de constar do rol fechado de categorias contempladas.
Em outras palavras, o reconhecimento institucional das guardas municipais como parte da segurança pública não gera, por si só, equiparação previdenciária com policiais civis, federais ou outras carreiras expressamente previstas.
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