O vício de iniciativa reconhecido pelo STF
A tese trata de lei estadual nascida de projeto parlamentar que interferiu diretamente na organização do ensino a distância: vedou a denominação tutor e impôs restrições e requisitos para quem exerce a atividade de tutoria. O STF considerou esse arranjo formalmente inconstitucional por vício de iniciativa.
Em outras palavras, não é o conteúdo da preocupação com a qualidade do EAD que se rejeita, mas o caminho escolhido: o parlamento estadual não podia, por iniciativa própria, editar norma com esse alcance sobre a atividade de tutoria.
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