O que a tese decidiu
A tese trata da situação comum do motorista que leva o veículo ao posto ou à bomba interna da empresa e permanece ao lado enquanto o frentista ou outro empregado realiza o abastecimento. Nesse cenário, o TST entendeu que não há exposição que justifique o adicional de periculosidade.
O critério central é o contato direto com o combustível. Quem apenas acompanha a operação, executada por terceiro, não manipula o inflamável e, por isso, não se enquadra na hipótese de pagamento do adicional.
Limites e alcance da decisão
A tese não alcança apenas motoristas: ela menciona também outros empregados que utilizam ou exercem atividades em veículo automotor. O ponto decisivo continua sendo a ausência de contato direto com o combustível durante o abastecimento realizado por outra pessoa.
Por outro lado, a tese não afasta o adicional em situações diferentes, como a do trabalhador que ele próprio abastece o veículo ou manipula inflamáveis. Essas hipóteses dependem das circunstâncias concretas e da prova pericial, e os tribunais examinam caso a caso.
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