O que foi decidido
A tese resolve controvérsia repetitiva sobre o custeio do plano de saúde dos Correios. Empregados e aposentados questionavam a instituição de mensalidade e coparticipação, sob o argumento de que o benefício era mantido sem esses encargos e que a mudança seria alteração contratual prejudicial.
O TST rejeitou essa leitura: a cobrança destinada à manutenção e ao custeio do plano Correios Saúde não é alteração lesiva nem ofende direito adquirido. A tese se apoia no que foi decidido no dissídio coletivo revisional que reestruturou o benefício.
Alcance e efeitos práticos
A tese alcança tanto empregados ativos quanto aposentados da ECT, o que fecha a porta para distinções baseadas na condição de inativo nesse ponto específico. Ações que pedem a devolução dos valores cobrados ou a manutenção do plano sem custeio tendem a ser julgadas improcedentes com base nesse entendimento.
Por se tratar de tese firmada em incidente de recursos repetitivos já transitado em julgado, ela vincula os demais órgãos da Justiça do Trabalho nos casos idênticos. Questões diversas, como o valor concreto das cobranças ou regras específicas do plano, seguem sujeitas ao exame de cada caso.
Pesquise a jurisprudência completa
Busque decisões sobre este e outros temas em dezenas de tribunais brasileiros.
Pesquisar jurisprudência