Autonomia municipal tem limites
Os municípios têm competência para editar o estatuto de seus servidores e disciplinar direitos e deveres funcionais. Essa autonomia, porém, não é ilimitada: a tese firmada deixa claro que ela não alcança a possibilidade de reduzir as férias do servidor pelo simples fato de ele ter se afastado por motivo de saúde.
A lógica é que a licença para tratamento de saúde é um afastamento legítimo, involuntário, e não pode funcionar como penalidade indireta contra o servidor adoecido.
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